quarta-feira, 28 de setembro de 2011

SEJA FELIZ!!!

“Existem momentos na vida em que é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, olhar para frente e enxergar a imensidão de caminhos ao nosso redor, ao invés de insistir “SEMPRE NO MESMO ERRO”. Aprender a gostar de você e principalmente a gostar de quem gosta de você! Você descobre que o tempo cura, que a mágoa passa e que a decepção não mata, ensina a viver.
A alegria ou a tristeza só poderão continuar dentro de nós à medida que nos deixamos afetar por suas causas. É questão de escolha. Dura, eu sei. Difícil, reconheço. Mas ninguém nos prometeu que seria fácil.”

sábado, 17 de setembro de 2011

PAUTA DE CONDUTA?!

Há um tempo atrás ouvi um termo que nunca tinha ouvido antes e que me chamou muito a atenção. Senhoras e senhores quero apresentar a vocês, para os que conhecem e para os que não conhecem, o novo termo que fará parte do meu vocabulário: PAUTA DE CONDUTA.

A primeira informação que tive sobre esse termo, segundo as palavras do profissional que falou do mesmo, foi de que usado na área da psicologia, consiste na pessoa admirar outra pessoa e querer seguir seus passos. Ou seja, a pessoa passa a construir um “roteiro de vida” a partir do exemplo de vida de outra pessoa.

POXA! Imagina que responsabilidade, uma pessoa olhar para a vida de outra pessoa e a partir disso começar a planejar a sua vida?! Responsabilidade essa para ambas as partes.

A partir disso comecei a refletir, e nós como cristãos, temos servido como pauta de conduta para outras pessoas? Não pelo fato de sermos populares, termos um bom emprego, uma boa faculdade, ou nascido em uma “boa” família, mas pelo fato de que um dia abrimos mão da nossa vida para que Jesus colocasse a Sua vida em nós. E afinal, quer melhor exemplo para construir nossa pauta de conduta do que a vida de Jesus?! E nós só podemos construir dessa maneira porque um dia tivemos o privilégio de conhecer esse Deus vivo, e agora nossa missão é sermos exemplos de pautas de conduta para que as pessoas que ainda não conhecem esse Deus vivo passem a conhecê-lo. E como se não bastasse podemos nos sentir ainda mais privilegiados porque fazendo isso estaremos cumprindo o GRANDE CHAMADO DE DEUS PARA NOSSAS VIDAS.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A ESCOLHA DA AJUDA NECESSÁRIA.

Ninguém compra um sapato só porque achou bonito, sem ao menos escolher o número ideal, sem saber se é de qualidade duradoura ou se é confortável. Quem compra assim, logo, logo irá trocar de sapato e descartar o anterior. Não se pode comprar um sapato só porque ele é o da moda ou porque combina com a roupa, ainda que esteja apertado e dê calos nos pés. Da mesma forma, não se deve escolher um namorado (a) só porque é bonito (a), ou porque a pessoa é cobiçada por todos. Tem que levar em conta afinidade, os pontos em comum, daí a importância de que esta escolha venha de uma bela amizade. E o mais importante é escolher a pessoa certa para construir todo um caminhar na direção de Deus. Escolher alguém que não só de afine com você, mas que a cada dia te leve a ter uma vida de santidade. Tem que ser uma escolha feita com muita calma e direcionada por Deus, sem precipitação, sem desespero ou medo de ficar para titia (o). A pessoa que tem uma vida de oração será conduzida nessa escolha. Mas embora a escolha não deva ser apressada, também não deve ser rigorosa demais, pois ninguém é perfeito.

Pense em seus gostos, em sua espiritualidade, em seu ritmo de vida, mas sem perfeccionismo. A beleza não é tudo, mas o amor a Deus e a busca de santidade trazem a verdadeira felicidade e tornam qualquer um verdadeiramente belo.

Em Gênesis, vemos que Deus criou o homem e a mulher para se completarem. A mulher sábia é adequada para de fato ajudar o homem a buscar a santidade, do mesmo modo também o homem é a ajuda adequada para a mulher buscar a mesma santidade.


Então na hora de escolher é bom lembrar que o alvo de sua procura é a sua ajuda adequada que levará você para mais perto de Deus e não alguém que o seduza para o pecado.

Por Lais Ribeiro